Até onde vai o Bitcoin…

Boa noite!!!!

Faltam apenas duas semanas para o final de 2017. Este ano vai ficar na memória de muita gente, por inúmeros motivos, e para aqueles que acreditaram nas criptomoedas, o ano foi de conquistas e boas realizações. Hoje estava lendo um artigo publicado por um analista financeiro, que faz diversas considerações técnicas bastante concretas alertando para os riscos das moedas digitais no médio/longo prazo. A síntese da argumentação sinaliza através de projeções estatísticas e matemáticas para o colapso do modelo entre o segundo e o quarto trimestres de 2018. De nossa parte, ao longo destes últimos dois anos, pudemos acompanhar os clamores apocalípticos de diversos analistas e instituições, mas que até agora foram jogados por terra por um mercado sedento por moedas escassas, situação que tem contribuído para uma elevação de preços muito acima do que se observa no comércio de produtos reais e virtuais. O principal foco da argumentação apresentada aponta como fator crítico à falência do modelo o volume de moedas com paridade em dólares norte-americanos, popularmente conhecidas com USDT ou dólar-tether, fartamente utilizado pelas bolsas de criptomoedas, e emitidas livremente e sem nenhum tipo de controle, para amparar trocas por várias criptomoedas. Os valores captados seriam livremente aplicados pelas bolsas na manipulação de preços visando obter vantagens sobre os valores captados. Por mais que pareça impossível que alguma empresa de prestação de serviço coloque em risco um mercado onde fatura entre 0,5% e 1,0% sobre cada transação concretizada, a situação não deixa de ser improvável como gostaríamos. O conceito de moeda virtual ainda deverá ser bastante aperfeiçoado nos próximos anos, possivelmente sobreviverão apenas as moedas que consigam suprir integralmente a necessidade do consumidor e apresentem uma alta performance de resposta na transações. O resto ao pó retornará, inclusive algumas  moedas em  papel hoje largamente aceitas no mercado. Por isso vale relembrar a velha máxima que orienta a diversificação de investimentos com melhor estratégia de médio/longo prazo. “Não colocar todos os ovos num único cesto” e “mais vale um pássaro na mão do que dois voando” nunca foram mais claros.  Um otimo final  de domingo para todos.!!