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De novo o copo “cheio” e o “vazio”

Ontem, dia 24.09.2019, o preço do #bitcoin caiu quase 20%, de US$ 10.000 para cerca de US$ 8.200. O mercado viu uma “avalanche” de ordens de vendas, programadas para minimizar perdas.
Para cada satoshi vendido, um satoshi foi comprado e, em minha opinião, as moedas apenas trocaram de mãos, numa jogada articulada para que a Bakkt pudesse realizar as primeiras compras a serem repassadas para investidores institucionais que precisam
urgentemente diversificar seus investimentos e fugir do risco-dólar.
Seja quem for e comprou no menor preço já está no lucro: 2,8% em um dia (neste momento o preço voltou próximo a US$ 8.500). Isso corresponde a mais de dois meses de rentabilidade de um título público brasileiro ou seis meses de um título público americano. Não sabemos se a compra gerou volume suficiente para satisfazer as necessidades do(s) comprador(es), entendemos que não. É possível que ocorra um novo movimento semelhante nos próximos dias.
Por outro lado, quando as baleias estiverem “cheias” o jogo deve começar de verdade.
Tenham todos um ótimo dia!!!

Curiosidades dos Anos 1600 a 1700

VOCÊ SABIA???

Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso palácio não têm banheiros.
Na Idade Média, não existia escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico. Os excrementos humanas eram despejados pelas janelas do palácio.
Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene. Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas.
A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositalmente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene). Também não havia o costume de tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador. Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.
Quem já esteve em Versailles admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existiam banheiros.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos “maio” como “o mês das noivas” e a explicação da origem do buquê de noiva.
Os banhos eram tomados em uma única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles a água da tina já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês “don’t throw the baby out with the bath water”, ou seja, literalmente “não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.
Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais – cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais pularem para o chão. Assim, a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o seu equivalente em inglês em “it’s raining cats and dogs” (está chovendo gatos e cachorros).
Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada. Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos. Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho).
Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.
A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver. As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que o morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira do pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, expressão usada por nós até os dias de hoje.

O blockchain vai revolucionar o processo de distribuição de riqueza no mundo.

Como a tecnologia Blockchain está mudando o dinheiro e os negócios
Don Tapscott

A tecnologia que provavelmente vai causar o maior impacto, nas próximas décadas, já chegou. E não é mídia social. Não é big data. Não é robótica. Nem mesmo inteligência artificial. Vocês vão ficar surpresos de saber que é a tecnologia utilizada na criação e utilização de moedas virtuais como o Bitcoin. Chama-se Blockchain.

Bom, não é a palavra mais sonora do mundo, mas acredito que essa seja a próxima geração da internet, e uma enorme promessa para cada negócio, cada sociedade e todos nós individualmente.

Nas últimas décadas, tivemos a internet da informação. Quando envio um e-mail ou um arquivo PowerPoint, ou algo assim, na verdade não estou enviando o original, mas uma cópia. E isso é ótimo. Isso é informação democratizada. Mas, quando falamos de ativos, coisas como dinheiro, bens financeiros como ações e títulos, pontos de fidelidade, propriedade intelectual, música, arte, um voto, crédito de carbono, e outros bens, enviar uma cópia para alguém é uma péssima ideia. Se eu lhes enviar US$ 100, é muito importante que eu não fique com o dinheiro e que não consiga enviar o mesmo duas vezes. Esse problema tem sido chamado de “gasto duplo” pelos criptógrafos já faz um bom tempo.

Por isso, hoje, dependemos completamente de grandes intermediários, atravessadores como bancos, governos, grandes empresas de mídia social, de cartão de crédito, e assim por diante, para estabelecer a confiança na nossa economia. E esses intermediários executam toda a lógica de negócio e de transação de todo tipo de comércio. Da autenticação e identificação de pessoas até compensação, liquidação e manutenção de registros. E normalmente fazem um ótimo trabalho, mas há problemas crescentes.

Para começar, são centralizados. Isso que significa que podem ser hackeados, e são cada vez mais. JP Morgan, o governo federal dos EUA, Linkedin, Home Depot e outros descobriram isso da pior maneira. Eles excluem bilhões de pessoas da economia global, por exemplo, pessoas sem dinheiro suficiente para abrir uma conta bancária. Eles deixam as coisas mais lentas. Pode levar um segundo para um e-mail rodar o mundo, mas pode levar dias ou semanas para o dinheiro se movimentar pelo sistema bancário numa cidade. E eles levam uma fatia grande da transação, de 10 a 20% apenas para enviar dinheiro para um outro país. Eles capturam nossos dados, o que significa que não podemos monetizá-los ou usá-los para gerenciar melhor nossa vida. Nossa privacidade está sendo minada. E o maior problema é que, em geral, eles se apropriaram da liberalidade da era digital de forma assimétrica: temos criação de riqueza, mas temos desigualdade social crescente.

Mas e se não houvesse apenas uma internet da informação, e se houvesse uma internet do valor, algum tipo de livro de registro contábil distribuído, amplo e global, funcionando em milhões de computadores e disponível para todos, e no qual todo tipo de ativo, do dinheiro à música, pudesse ser armazenado, movido, transacionado, trocado e gerenciado, tudo sem intermediários poderosos? E se existisse um meio nativo para o valor?

Bem, em 2008, a indústria financeira entrou em colapso e, talvez oportunamente, pessoas, ou uma pessoa anônima chamada Satoshi Nakamoto criou um artigo no qual desenvolvia um protocolo para um dinheiro digital, que usava, por trás, uma criptomoeda chamada Bitcoin. E essa criptomoeda permitiu às pessoas estabelecer confiança e fazer transações sem um terceiro. E esse ato aparentemente simples desencadeou uma faísca que incendiou o mundo. Isso deixou todo mundo ou animado ou apavorado, senão interessado, em muitos lugares. Agora, não se deixe confundir sobre Bitcoin; Bitcoin é um ativo: sobe e desce, e deve ser de seu interesse se você é um especulador. Mais amplamente, é uma criptomoeda. Não é uma moeda fiduciária, controlada por uma nação. E isso é do maior interesse. Mas a cereja do bolo aqui é a tecnologia que está por trás. Ela é chamada blockchain.

Então, pela primeira vez na história humana, pessoas de todo lugar podem confiar umas nas outras e transacionar diretamente. E a confiança é estabelecida, não por uma grande instituição, mas pela colaboração, por criptografia e por algum código inteligente. E porque a confiança é nativa na tecnologia, então eu chamo isto de “O Protocolo de Confiança”.

Agora, provavelmente você está se perguntando: como isto funciona? É justo. Ativos. Ativos digitais como dinheiro até música e todo o resto não ficam em um lugar central, mas estão distribuídos em um livro de registro global, usando o mais alto nível de criptografia. E quando uma transação é realizada, ela é publicada globalmente, através de milhões e milhões de computadores. E lá fora, ao redor do mundo, há um grupo de pessoas chamados “miners”. Estes não são jovens, eles são “miners” de Bitcoin. Eles têm grande poder de computação na ponta dos dedos: um poder de 10 a 100 vezes maior do que todo o Google globalmente. Esses “miners” fazem um monte de trabalho. E a cada dez minutos, como o batimento cardíaco de uma rede, é criado um bloco que possui todas as transações dos dez minutos anteriores. Em seguida, os “miners” trabalham, tentando resolver problemas difíceis.

E eles competem: o primeiro “miner” que descobrir a verdade e validar o bloco é recompensado em moeda digital, no caso do blockchain, recompensado com Bitcoin. E então, esta é a chave, esse bloco é ligado ao bloco anterior e bloco anterior para criar uma cadeia de blocos. E cada um recebe um carimbo do tempo, uma versão digital de um lacre de cera. Então se eu quisesse hackear um bloco e, digamos, pagar duas pessoas com o mesmo dinheiro, eu teria que hackear esse bloco, além de todos os anteriores, toda a história do comércio nesse blockchain, não apenas em um computador, mas em milhões de computadores, simultaneamente, todos usando os mais altos níveis de encriptação, sob a luz do arranjo de computação mais poderoso do mundo me observando. É difícil fazer. Isso é infinitamente mais seguro do que os sistemas de computador que temos hoje. Blockchain. É assim que funciona.

E blockchain do Bitcoin é apenas um, existem muitos. O blockchain Ethereum foi desenvolvido por um canadense chamado Vitalik Buterin. Ele tem 19 anos de idade, e esta blockchain tem algumas capacidades extraordinárias. Uma delas é que você pode construir contratos inteligentes. E é mesmo meio o que promete. É um contrato que é autoexecutado, e o contrato lida com a aplicação, gestão, desempenho e pagamento. O contrato, de certa forma, também teria um tipo de conta bancária de acordos entre as pessoas. E hoje, no blockchain do Ethereum, há projetos em andamento para fazer tudo, desde criar um novo substituto para o mercado de ações, até criar um novo modelo de democracia, onde os políticos são responsabilizáveis perante os cidadãos.

Então, para entender qual mudança radical isso vai trazer, vamos olhar para uma indústria: serviços financeiros. Você já ouviu falar na máquina de Rube Goldberg? É uma máquina ridiculamente complicada que faz algo realmente simples, como quebrar um ovo ou fechar uma porta. Bem, isso me lembra um pouco a indústria de serviços financeiros, sinceramente. Quero dizer, você passa seu cartão na loja da esquina e um fluxo de dados passa através de uma dúzia de empresas, cada uma com seu próprio sistema, alguns deles sendo mainframes da década de 70 e, três dias depois, ocorre uma “liquidação”. Bem, com uma indústria financeira de blockchain, não haveria nenhuma liquidação, porque o pagamento e a liquidação são a mesma atividade, é apenas uma alteração no livro de registro. Então, em Wall Street e ao redor do mundo, a indústria financeira está em uma grande convulsão, pensando: “Podemos ser substituídos?”, ou: “Como adotamos essa tecnologia para o sucesso?”.

Agora, por que você deve se preocupar? Bem, deixe-me descrever algumas aplicações. Prosperidade. A primeira era da internet, a internet de informação, nos trouxe a riqueza, mas não prosperidade compartilhada, porque a desigualdade social está crescendo. E este é o cerne de toda a raiva, extremismo, protecionismo, xenofobia, e de coisas piores que crescem no mundo de hoje, sendo o Brexit o caso mais recente.

Poderíamos desenvolver novas abordagens para este problema de desigualdade? Porque a única abordagem hoje é redistribuir a riqueza, taxar pessoas e espalhar isso mais. Poderíamos pré-distribuir riqueza? Podemos mudar a maneira que a riqueza é criada em primeiro lugar, democratizando a criação de riqueza, envolvendo mais pessoas na economia, e, então, assegurando que elas tenham uma compensação justa? Deixe-me descrever cinco maneiras de como pode ser feito.

Número um: você sabia que 70% das pessoas no mundo que têm terra, têm um título precário para ela? Você tem uma fazendinha em Honduras, um ditador chega ao poder, ele diz: “Eu sei que você tem um pedaço de papel que diz que você é dono da fazenda, mas o computador do governo diz que o meu amigo é o dono de sua fazenda”. Isso aconteceu em grande escala em Honduras, e este problema existe em todo lugar. E Hernando de Soto, o grande economista latino-americano, diz que este é o problema número um do mundo em termos de mobilidade econômica, mais importante do que ter uma conta bancária, porque, sem um título válido para a sua terra, ela não pode garantir empréstimos e você não pode planejar o futuro.

Então, hoje, as empresas estão trabalhando com os governos para colocar títulos de terra em um blockchain. E uma vez que está lá, isso é imutável. Você não pode hackeá-lo. Isso cria as condições de prosperidade para potencialmente bilhões de pessoas.

Em segundo lugar: muitos escritores consideram Uber, Airbnb, TaskRabbit, Lyft e assim por diante, como parte da economia compartilhada. Esta é uma ideia muito poderosa, que pares podem se juntar e criar e partilhar riqueza. Minha opinião é que essas empresas não estão realmente compartilhando. Na verdade, têm sucesso precisamente porque eles não partilham. Elas agregam serviços e os vendem. E se, em vez de Airbnb que é uma corporação de US$ 25 bilhões, houvesse um aplicativo distribuído em um blockchain, vamos chamá-lo B-Airbnb, e que fosse essencialmente propriedade de todas as pessoas que têm um quarto para alugar. E quando alguém quisesse alugar um quarto, iria ao banco de dados blockchain, que filtraria todos os critérios, ajudaria a encontrar o quarto certo, e então o blockchain ajudaria a fazer a contratação, identificaria os envolvidos, se encarregaria dos pagamentos, apenas através de pagamentos digitais; eles são embutidos no sistema. Ele lidaria ainda com reputação, porque, se ele classificasse um quarto na categoria de cinco estrelas, tal avaliação ficaria assim, imutável. Os grandes inovadores da economia compartilhada, no Vale do Silício, sofreriam uma revolução e isto seria bom para a prosperidade.

Número três: o maior fluxo de fundos do mundo desenvolvido para o mundo em desenvolvimento não é investimento empresarial, e não é nem ajuda internacional. É de remessas de dinheiro. Esta é a diáspora global; pessoas deixaram suas terras ancestrais, e mandam dinheiro para suas famílias em casa. São US$ 600 bilhões por ano e isto está crescendo. Essas pessoas estão sendo roubadas.

Analie Domingo é uma empregada doméstica. Ela mora em Toronto e, todos os meses, vai para o escritório da Western Union, com algum dinheiro, para enviar suas remessas para a mãe, em Manila. Isso custa para ela em torno de 10%. O dinheiro leva de quatro a sete dias para chegar lá, a mãe não sabe quando vai chegar. Leva cinco horas por semana para fazer isso.

Há seis meses, Analie Domingo utilizou um aplicativo de blockchain chamado Abra. E, a partir do seu celular, ela enviou US$ 300 diretamente ao celular da sua mãe, sem passar por um intermediário. E então a mãe olhou para o seu dispositivo móvel, é meio como uma interface do Uber, tem os “caixas” Abra se deslocando. Ela clica em um caixa que é um caixa cinco estrelas, que está há sete minutos. O cara aparece na porta, dá a ela pesos filipinos, que ela os coloca em sua carteira. A coisa toda levou minutos e custou-lhe 2%. Esta é uma grande oportunidade para a prosperidade.

Número quatro: os dados são o ativo mais poderoso da era digital. E dados são realmente um novo tipo de ativo, talvez maior do que os tipos anteriores de ativos, como terrenos sob a economia agrária, ou uma fábrica, ou até mesmo dinheiro. E todos vocês e nós criamos esses dados. Criamos esse ativo e deixamos esse rastro de migalhas digitais atrás de nós ao longo da vida. E essas migalhas formam uma imagem especular de você, o você virtual. E o você virtual sabe mais sobre você do que você próprio. Porque você não se lembra do que comprou há um ano, do que disse há um ano, da sua localização exata há um ano. E o você virtual não pertence a você, esse é o grande problema.

Então, hoje, existem empresas trabalhando para criar uma identidade em uma caixa preta, o você virtual de sua propriedade. E essa caixa preta se movimenta com você enquanto você viaja pelo mundo, e é muito, muito egoísta. Só libera o fragmento de informação necessário para se fazer algo. Em muitas transações, o vendedor não precisa nem mesmo de saber quem você é. Só precisa saber que foi pago.

E então este avatar vai varrendo todos esses dados e permitindo que você os monetize. E isso é uma coisa maravilhosa, porque também pode nos ajudar a proteger a nossa privacidade. E a privacidade é o fundamento de uma sociedade livre. Vamos tomar de volta o controle sobre esse ativo que criamos onde podemos ter a nossa própria identidade e gerenciá-lo de forma responsável.

Finalmente…

Finalmente, o número cinco: há um grande número de criadores de conteúdo que não recebem uma compensação justa; isto porque o sistema de propriedade intelectual foi quebrado. A quebra aconteceu pela primeira era da internet. Pegue a música. Músicos ganham migalhas no final de toda a cadeia financeira. Sabe, se você fosse um compositor que há 25 anos escreveu uma canção de sucesso, e conseguiu vender 1 milhão de singles, poderia ganhar royalties de cerca de US$ 45 mil. Hoje, você é um compositor, você compõe um hit, tem 1 milhão de acessos, você não ganha US$ 45 mil, você ganha 36 US$, o suficiente para comprar uma boa pizza.

Então Imogen Heap, a cantora ganhadora do Grammy, agora está colocando música em um ecossistema de blockchain. Ela o chama de “Mycelia”. E a música está cercada por um contrato inteligente. E a música protege seus direitos de propriedade intelectual. Quer ouvir a música? É grátis. Talvez alguns microcentavos que fluem a uma conta digital. Quer colocar a música em seu filme, aí é diferente, e os direitos de IP estão todos especificados. Você quer fazer um ringtone? Aí é diferente. Ela descreve que a canção se torna um negócio. Está lá nessa plataforma, se vendendo, protegendo os direitos do autor. E, porque a música tem um sistema de pagamento como uma conta bancária, o dinheiro flui para o artista, são eles que controlam os negócios, em vez dos intermediários poderosos. Agora, isso…

Não são só os compositores: qualquer criador de conteúdo, como arte, como invenções, descobertas científicas, jornalistas. Existe todo tipo de pessoas que não recebem compensação justa e, com blockchains, eles vão ser capazes de fazer chover no blockchain. E isso é uma coisa maravilhosa.

Então, estas são cinco oportunidades dentre uma dezena delas, para resolver o problema da prosperidade, que é um dos inúmeros problemas para os quais blockchains são aplicáveis.

A tecnologia não cria prosperidade, é claro; as pessoas criam. Mas meu argumento é, mais uma vez: o gênio da tecnologia escapou da garrafa e ele foi invocado por uma pessoa, ou por pessoas desconhecidas, neste momento incerto na história humana. E está nos dando outro chute na lata. Mais uma oportunidade de reescrever a grade do poder econômico e a velha ordem das coisas, e resolver alguns dos problemas mais difíceis do mundo, se quisermos.

Obrigado.

Se preferir assistir ao vídeo, segue o link no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=Pl8OlkkwRpc

Tudo pode ter um lado bom ou ruim.

Onde alguns vêem uma enxurrada assassina, outros vêem uma disponibilidade de água a ser tratada que poderia trazer fartura e disponibilidade para todos a preços acessíveis. Tudo é uma questão de foco e atitude. Precisamos um pouco de iniciativa e positividade para recolher a água que a natureza nos disponibiliza, tratá-la localmente nos bairros e construir sistemas de distribuição alternativos de custo mais adequado, para o consumo da população. O excedente poderia ser comercializado e gerar recursos para o município. Ao invés disso, o que vemos por aí são reclamações sobre falta de água e excesso de chuvas. Esse caminho nunca levará a lugar nenhum.

Comece cedo, comece bem!

Parte significativa do caráter de nossas crianças é formada pelas histórias que contamos ou que estão nos livros que eles têm acesso…. quanto mais cedo começarmos, melhor… tenha bons livros em casa, comece lendo para eles, até que adquiram o gosto pela coisa…. se ficarem só na televisão com os “bons” exemplos que por ali circulam, então as chances de uma vida melhor para eles e para você ficam menores…

Ótimo dia para vocês!!!

 

Uma história de aprendizado.

Uma mulher, usando um vestido de algodão barato, e seu esposo, vestindo um humilde terno, desceram do trem em Boston e caminharam timidamente até o escritório do Reitor da Universidade de Harvard e falaram com a secretária dele, mesmo sem ter uma reunião agendada.
A secretária adivinhou, no mesmo instante, que esses camponeses vindos das florestas não tinham nada a fazer em Harvard.
– Gostaríamos de ver o Reitor, disse suavemente o homem.
– Ele está ocupado, respondeu a secretária.
– Vamos esperá-lo, replicou a mulher.
Durante horas a secretária os ignorou, esperando que o casal finalmente ficaria desanimado e iria embora.
Eles não o fizeram, e como a secretária viu aumentar sua frustração, finalmente decidiu interromper o Reitor, mesmo sendo uma tarefa que ela sempre evitava.
– Tal vez se o senhor conversa com eles por alguns minutos eles decidem ir embora, disse a secretária ao Reitor.
Ele fez uma careta e concordou em falar-lhes.
Alguém tão importante quanto ele, obviamente não tinha tempo para atender pessoas com vestidos e ternos baratos.
No entanto, o Reitor com a cara carrancuda e empolada, dirigiu-se com passo arrogante até o casal.
A senhora lhe disse:
– Um filho nosso cursou Harvard somente por um ano. Ele amava Harvard. Ele era feliz aqui.
Mas, um ano atrás ele morreu em um acidente.
Meu esposo e eu desejaríamos erigir alguma coisa, em algum lugar do campus, em memória do nosso filho.
O reitor não se interessou.
– Senhora, disse de forma áspera, não podemos colocar uma estátua para cada aluno que cursou Harvard e tiver falecido.
Se assim o fizermos, este lugar iria parecer um cemitério.
– Oh não, explicou a senhora rapidamente.
Não desejamos levantar uma estátua. Pensamos em doar um edifício para Harvard!
O Reitor revirou os olhos. Olhou com desdém para o vestido e o terno barato do casal e então falou:
Um edifício!! Vocês tem alguma idéia de quanto custa um edifício?
Gastamos mais de sete milhões e meio de dólares nos prédios aqui em Harvard! A senhora ficou em silêncio por alguns instantes.
O Reitor ficou feliz. Pensou que tal vez agora poderia se livrar desses dois.
A senhora olhou para seu esposo e disse suavemente: tão pouco custa fundar uma universidade? Por que não fundamos a nossa própria universidade?
Seu esposo concordou. O rosto do Reitor ficou fechado, confuso e desconcertado.
O Sr. Leland Stanford e sua esposa se levantaram e foram embora viajar para Palo Alto, Califórnia, onde estabeleceram a universidade que leva seu nome, a Universidade Stanford, em memória de seu filho, pelo qual Harvard não se interessou.
A universidade ‘Leland Stanford Junior’ foi inaugurada em 1891, em Palo Alto. ‘Junior’ porque ser em homenagem ao falecido filho do rico senhor latifundiário.
Esse foi seu ‘memorial’. Hoje a universidade Stanford é uma das melhores do mundo, e algumas vezes tem sido a segunda ou a número um do mundo, superando Harvard.

Lembre-se:
FÁCIL É JULGAR PELAS APARÊNCIAS….. !!
FÁCIL É EQUIVOCAR-SE AO JULGAR PELAS APARÊNCIAS!!!

Ótimo dia a todos!!!!

Pouco para alguns, mas muito para a maioria.

Os preços ainda estão próximos a US$ 4k e a cada dia a pressão do mercado sinaliza na série histórica de preços uma expectativa de “bull run” muito maior que a de 2017… O S&P500 caminha a largos passos em sentido contrário…. Será que desta vez poderemos aproveitar melhor? o risco é grande, mas a tentação frente às expectativas de rentabilidade dos produtos financeiros convencionais requer nossa total atenção. Vamos acompanhar.

https://toshitimes.com/pompliano-next-bull-run-will-be-bigger-than-ever-before-trillions-will-come/

Bitcoin encerra fevereiro/2019 com bom resultado

O Bitcoin encerrou o mês de fevereiro/2019 com o melhor resultado dos últimos 12 meses. Em 01.02.2019, o preço médio negociado estava na faixa de US$ 3.490,00 e encerrou o mês a US$ 3.865,00, o que representou um ganho bruto de 10,74%. Para aqueles que não quiseram arriscar e liquidaram suas posições na máxima de US$ 4.193,00 de 23.02.2019, o resultado foi de 20,14%. Segundo diversos analistas se as cotações ultrapassarem a faixa de resistência de US$ 4.000,00 nos próximos dias, a cotação deve avançar até a próxima faixa na casa dos US$ 4.200,00, o que representaria um ganho de 8,5% em relação à posição de primeiro de março. Vamos torcer a acompanhar! Um ótimo feriados para todos!!!

Qual a melhor hora de comprar, se for o caso?

Há alguns meses atrás os seguidores das moedas virtuais estavam chateados porque muita gente queria comprar Bitcoin, mas os preços não se mostravam nada convidativos. As negociações na faixa entre US$ 6.000,00 e US$ 7.000,00, apesar de estarem 50% abaixo da maior cotação verificada no início do ano, inspiravam dúvida quanto a uma possível recuperação. As negativas da SEC norte-americana para os lançamentos de fundos de investimento voltados para investidores qualificados supostamente constituíram uma barreira ao avanço dos preços, em virtude de impedirem uma melhor qualificação da moeda. Nesse período os preços estabilizaram, mas as necessidades de liquidação e a pressão de grandes compradores empurraram os preços para abaixo da linha de resistência, o pânico se instaurou e todo mundo se jogou na boca dos ursos permitindo o ingresso de novos players a um preço razoável, na faixa de US$ 4.500,00 . Ainda estamos a cerca de 20 dias do próximo movimento que poderá iniciar a esperada recuperação de preços. Até lá, os preços podem descer um pouco mais, tudo é possível. Mas algumas coisas precisam ser registradas: toda venda realizada nesse período implicou numa compra correspondente. Na hipótese de o preço voltar aos US$ 15.000,00  de dezembro/2017, isso asseguraria um retorno bruto de 233% para aqueles que eventualmente compraram a US$ 4.500,00. O mercado norte-americano de ações vêm apresentando performance negativa  semelhante, e uma parte do dinheiro das vendas realizadas deve estar sendo utilizada para compra de outros ativos: imóveis, ouro, pratas e, porque não? #Bitcoin #Ethereum #Ripple etc…

Tenham todos uma ótima semana!!!